segunda-feira, 20 de maio de 2013

Treinamento Funcional - Trate da sua Saúde e Mantenha seu Corpo Bonito

Voce tem preguiça de fazer exercício físico? Acha que não tem mais jeito de ficar com um corpo bonito porque sempre foi sedentária?

Eu tambem achava isso até conhecer o Treinamento Funcional !

O que é?
Quando falamos em Treinamento Funcional, falamos em treinar um movimento específico de nossa funcionalidade, seja ela qual for: desde gestos cotidianos (subir escada, abaixar para pegar algo no chão, carregar uma criança no colo...), até os de um esporte (corrida, futebol, judô...). O treino funcional melhora significativamente a capacidade motora do aluno, sua flexibilidade, força e equilíbrio. Promove o ganho de massa muscular e a perda de peso, além de prevenir lesões.
Conheci o Treinamento Funcional no ano passado, quando queria me preparar para estar em forma para o casamento da minha filha.Comigo os resultados foram visíveis em pouco tempo!

Como funciona?
Exercícios personalizados de técnicas simples e específicas, com aumento gradativo de dificuldade, que podem ser realizados em qualquer local (casa/apartamento, praia, academia, play de um prédio...).

Quem pode fazer?
Qualquer um pode realizar esta modalidade de treino: crianças, idosos, portadores de deficiência física/mental, atletas e/ou pessoas sedentárias.
A atriz Nanda Costa é adepta da técnica, com a qual mantem seu corpo impecável.

Rodrigo Lima, profissional de Educação Física e especialista em Teinamento Funcional, diz que “qualquer um pode realizar esta modalidade de treino (desde crianças até idosos; portadores de deficiência física/mental; atletas; pessoas sedentárias...), já que promove a melhora das funções cognitivas, da coordenação, resistência, agilidade e postura,além de ajudar na perda de peso e ganho de massa muscular ". Posso assegurar que Rodrigo Lima é um excelente profissional. Ele dá aulas na praia de Copacabana, em academias e como personal trainer. Vale a pena visitar sua fanpage, facebook.com/txrtreino.
 
A Revista Isto É, de 18 de maio 2012, trouxe uma interessante matéria sobre o assunto, incluindo pesquisas científicas e seus resultados para a saúde. Dêem uma olhadinha para saber mais e depois me digam o que acharam.
Beijos e boa semana para todos!
Flor de Maio :)

sábado, 18 de maio de 2013

Parabéns Majoli do blog Rabiscos da Alma!

Querida,
Fiquei feliz em saber que seu aniversário é pertinho do meu (11 de maio). Te desejo tudo de bom: saúde, amor, realizações e muita inspiração para continuar "rabiscando" lindamente nossas almas.
Esse é meu presentinho para voce, espero que você goste!
Com todo o meu carinho,
Flor de Maio :)

A Mulher Madura - Affonso Romano de Sant'Anna


O rosto da mulher madura entrou na moldura de meus olhos.

De repente, a surpreendo num banco olhando de soslaio, aguardando sua vez no balcão. Outras vezes ela passa por mim na rua entre os camelôs. Vezes outras a entrevejo no espelho de uma joalheria. A mulher madura, com seu rosto denso esculpido como o de uma atriz grega, tem qualquer coisa de Melina Mercouri ou de Anouke Aimé.

Há uma serenidade nos seus gestos, longe dos desperdícios da adolescência, quando se esbanjam pernas, braços e bocas ruidosamente. A adolescente não sabe ainda os limites de seu corpo e vai florescendo estabanada. É como um nadador principiante, faz muito barulho, joga muita água para os lados. Enfim, desborda.

A mulher madura nada no tempo e flui com a serenidade de um peixe. O silêncio em torno de seus gestos tem algo do repouso da garça sobre o lago. Seu olhar sobre os objetos não é de gula ou de concupiscência. Seus olhos não violam as coisas, mas as envolvem ternamente. Sabem a distância entre seu corpo e o mundo.

A mulher madura é assim: tem algo de orquídea que brota exclusiva de um tronco, inteira. Não é um canteiro de margaridas jovens tagarelando nas manhãs.

A adolescente, com o brilho de seus cabelos, com essa irradiação que vem dos dentes e dos olhos, nos extasia. Mas a mulher madura tem um som de adágio em suas formas. E até no gozo ela soa com a profundidade de um violoncelo e a sutileza de um oboé sobre a campina do leito.

A boca da mulher madura tem uma indizível sabedoria. Ela chorou na madrugada e abriu-se em opaco espanto. Ela conheceu a traição e ela mesma saiu sozinha para se deixar invadir pela dimensão de outros corpos. Por isto as suas mãos são líricas no drama e repõem no seu corpo um aprendizado da macia paina de setembro e abril.

O corpo da mulher madura é um corpo que já tem história. Inscrições se fizeram em sua superfície. Seu corpo não é como na adolescência uma pura e agreste possibilidade. Ela conhece seus mecanismos, apalpa suas mensagens, decodifica as ameaças numa intimidade respeitosa.

Sei que falo de uma certa mulher madura localizada numa classe social, e os mais politizados têm que ter condescendência e me entender. A maturidade também vem à mulher pobre, mas vem com tal violência que o verde se perverte e sobre os casebres e corpos tudo se reveste de uma marrom tristeza.

Na verdade, talvez a mulher madura não se saiba assim inteira ante seu olho interior. Talvez a sua aura se inscreva melhor no olho exterior, que a maturidade é também algo que o outro nos confere, complementarmente. Maturidade é essa coisa dupla: um jogo de espelhos revelador.

Cada idade tem seu esplendor. É um equívoco pensá-lo apenas como um relâmpago de juventude, um brilho de raquetes e pernas sobre as praias do tempo. Cada idade tem seu brilho e é preciso que cada um descubra o fulgor do próprio corpo.

A mulher madura está pronta para algo definitivo.

Merece, por exemplo, sentar-se naquela praça de Siena à tarde acompanhando com o complacente olhar o vôo das andorinhas e as crianças a brincar. A mulher madura tem esse ar de que, enfim, está pronta para ir à Grécia. Descolou-se da superfície das coisas. Merece profundidades. Por isto, pode-se dizer que a mulher madura não ostenta jóias. As jóias brotaram de seu tronco, incorporaram-se naturalmente ao seu rosto, como se fossem prendas do tempo.

A mulher madura é um ser luminoso é repousante às quatro horas da tarde, quando as sereias se banham e saem discretamente perfumadas com seus filhos pelos parques do dia. Pena que seu marido não note, perdido que está nos escritórios e mesquinhas ações nos múltiplos mercados dos gestos. Ele não sabe, mas deveria voltar para casa tão maduro quanto Yves Montand e Paul Newman, quando nos seus filmes.

Sobretudo, o primeiro namorado ou o primeiro marido não sabem o que perderam em não esperá-la madurar. Ali está uma mulher madura, mais que nunca pronta para quem a souber amar.

Affonso Romano de Sant'Anna
O texto acima foi extraído do livro "A Mulher Madura",
 Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1986, pág. 09.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Atalhos - Martha Medeiros






"Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.

Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.

Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.

Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.

O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.

A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.

Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação...atalho."
Martha Medeiros

terça-feira, 14 de maio de 2013

Vivendo Outonos




Vivendo Outonos surgiu quando um erro me impediu de acessar meu outro blog _ Florescendo no Outono. Achando que tinha perdido todas as minhas postagens e meus amigos, resolvi começar tudo de novo.
Afinal, quantas vezes não temos que recomeçar, partir do zero e esquecer o que ficou para trás?
Mudar, transmutar...nos acostumar com o que ainda nos é estranho é fundamental!
Vivo hoje em constante mudança. Mudo por escolha e mudo por não ter escolha. Não posso impedir as mudanças, apenas aproveitar. Já vivi verões e primaveras, hoje preciso aprender a viver outonos. Este espaço é para trocar experiências, mudanças, estados e estações com vocês.
Sejam Bem Vindos!
Flor de Maio

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Florescendo Voltou a Funcionar e Florescer Deve Mudar de Nome

 
 
Que bom, o meu outro blog Florescendo no Outono voltou a funcionar no final de semana. Parece que muitos blogs saíram do ar devido a um erro no contador de visitas. Apagando o contador fica tudo bem!
De qualquer forma, vou manter esse novo espaço que foi criado com muito carinho. Devo modificar o nome que agora não precisa ser tãoparecido com o do outro blog. Em princípio deve se chamar Flores de Outono. O que voces acham?
Espero que os amigos do Florescendo no Outono venham me visitar aqui!
Um grande beijo no coração de todos voces,
Flor de Maio

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Meu outro Blog Fora do Ar!



Meu outro blog, Florescendo no Outono, está temporariamente (espero!!) fora do ar. Assim, abri este novo espaço, Florescer no Outono, e espero que vocês gostem e participem!
Beijos,
Flor :)

Almoço do Dia das Mães: Bacalhau ao murro:

Esta é uma receita muito simples e que faz bonito sempre. Voce pode deixar o alho prontinho e congela-lo para não ter que lidar com frituras em um dia tão importante. O mesmo vale para o bacalhau: voce pode congela-lo já desalgado em postas. Desta forma, no dia só terá que cozinhar as batatas, degelar o alho e o bacalhau, montar o prato e saborear esse almoço especial!

Bacalhau ao murro:
Ingredientes:

1kg de bacalhau em postas desalgado

1kg de batatas cozidas com casca


4 ovos cozidos fatiados


Azeitonas pretas


Pimenta e orégano à gosto


Azeite a gosto


Alho picadinho dourado no azeite


Em um pirex coloque o alho picadinho e já dourado cobrindo todo o fundo. Por cima, arrume no meio as postas de bacalhau e em volta as batatas cozidas com casca. Enfeite com as rodelas de ovos cozidos e as azeitonas. Regue com bastante azeite, polvilhe pimenta do reino e orégano à gosto. Leve ao forno até as batatas ficarem crocantes e douradas. Bom apetite!

Espero que gostem!

Beijos :)

Flor

Dia das Mães

 
Feliz Dia das Mães!!!
Bjs :)
Flor

Para o Meu Amor


Às vezes passamos uma vida inteirinha ao lado de uma pessoa, partilhando alegrias e tristezas, e não percebemos o quanto isso é raro.
Andar de mãos dadas na rua, brigar, fazer as pazes, conversar sobre besteiras ou mesmo ficar em silêncio compartilhado, para mim era o que todo casal fazia...
Mas bastava encontrar com amigos que vinha logo alguem perguntando: “E aí, como vai esse casalzinho perfeito, heim?”
Ficávamos constrangidos por que no fundo sabíamos que aquela estória de “foram felizes para sempre” não existe. Lembra-se dos nossos comentários?  
Pois é, descobri de tanto ouvir que éramos o “casalzinho perfeito” que esse título, que sempre achamos estranho, tinha uma razão de ser. Apesar de discordarmos em muitas coisas, sempre nos entendemos. Aprendo muito sempre com você. Foi voce quem me ensinou a acordar de bom humor, a ser humilde, a falar com as pessoas na rua, a ter fé que nunca estamos sós e a ter paciência... Nossa quanta paciência aprendi e ainda aprendo a ter com voce!
Dividimos nossas vidas e nossos sonhos sem deixar de sermos inteiros. Discutimos trajetórias, divergimos sobre quais caminhos tomar, mas sempre chegamos juntos a algum lugar.
Somos muito diferentes, é verdade. Voce gosta de mar e sol e eu prefiro montanha e mato. Eu gosto de “comida natureba” e voce de “fast food”. Eu relaxo mexendo na terra do nosso jardim, enquanto voce esquece seus problemas lendo jornal. Voce é quieto, guarda tudo o que sente, mas quando fala é certeiro. Já eu falo demais, distribuo palavras ao vento, expresso tudo o que sinto e às vezes me perco buscando soluções.
Sempre te disse que tinha horror que nos transformássemos naqueles casais, que às vezes encontramos nos restaurantes, que não trocam uma palavra enquanto jantam. Deve ser triste não ter mais assunto...
Nunca fomos metades, nunca nos tornamos “um”, nunca nos preenchemos um com o outro, mas sempre trocamos nos transbordamos.
Como voce sempre disse, quero envelhecer ao seu lado, me apoiar em voce enquanto voce acha que se apoia em mim. Quero curtir nossos netos, lembrar da nossa juventude e agradecer pela nossa velhice.
Te amo amor!
Flor